
Na história dos deuses africanos, Oxóssi é filho de Oxalá e Iemanjá, e seu nome tem origem iorubana, linguagem especificamente africana, que significa “guardião popular”.
Ele é considerado o rei de Ketu, pois livrou a população de um dos pássaros de Eleyé (donas de pássaros que possuem espíritos maléficos). Quebrou, assim, um feitiço lançado sobre aquele povo.
Segundo a lenda, Oxóssi não precisa de mais do que uma flecha para atingir seu alvo e por esta razão é também chamado de Otokan Soso (ou seja, o guerreiro com uma flecha que nunca erra o alvo).
Oxóssi é muito ligado a Ogum, pois ogum foi quem lhe deu as armas de caça, em uma lenda africana, Ossain se apaixona por Oxóssi e lhe prende na floresta, Ogum como seu irmão mais velho, adentra a mata para lhe resgatar.
Oxóssi esta ligado ao frio, a noite, a lua e suas folhas são refrescantes, pode se vestir de azul claro ou de vermelho e azul, carrega um lindo chapéu de abas largas azul e branco com penas. Leva dois chifres de touro na cintura e um arco e flecha de metal dourado.
Sua dança de ritmo acelerado simula o lançar uma flecha, gesto que corresponde ao caçador, muitos gestos são bem devagar, caracterizando a observação a caça.
Seu Habitat é a mata fechada, rei da floresta e da caça o que o faz dominador da fauna e da flora, uma de suas características é gerar e manter progresso e riqueza ao ser humano e garante a alimentação farta na mesa.
Fartura é um de seus atributos, onde há fartura, há a presença do orixá Oxóssi.
Sincretizado com São Sebastião

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